Let’s Get Bakin’: Cupcakes de dia dos Pais

Como devem ter reparado esse final de semana não saí da cozinha, rs. Na sexta depois que terminei meu Macarrons, eu resolvi (FINALMENTE) me aventurar com a pasta americana, e coloquei-a para tingir, MUITO DIVERTIDO, OLHEM:

Então ontem eu fiz a minha massa (a que eu sempre faço) de baunilha, que é uma delícia, só que como tinha acabado a essência de baunilha, minha mãe (que reclamou pois não foi citada no post dos Macarrons, sendo que ela me ajudou, então PRONTO MÃE, OLHA VOCÊ AQUI!) teve a ideia de por licor de amarula.

Mas vamos à receita da massa:

  • 1 1/2 xícara de farinha de trigo
  • 1/2 colher de sopa de fermento em pó
  • 1 pitada de sal
  • 100g de manteiga sem sal, em temperatura ambiente.
  • 3/4 de xícara mais 2 colheres de sopa de açúcar
  • 1 colher de chá de essência de baunilha
  • 2 ovos
  • 3/4 xícara de leite

Numa tigela, peneire a farinha, fermento e sal e reserve.

Em uma batedeira, coloque manteiga e o açúcar até ficar claro e fofo e depois coloque a baunilha (ou o licor) e os ovos, um de cada vez, batendo bem após a adição.

Depois coloque a batedeira em velocidade baixa e junte a farinha e o leite intercalando em três adições e misture até ficar homogêneo.

Aí é a hora de encher as forminhas, com ajuda de uma colher de sopa enche-as apenas 2/3 dela, para não transbordar.

Leve ao forno por aproximadamente 20 minutos, ou até um palito sair seco quando espetado nos bolinhos. (O meu demorou mais que 20 minutos, quase meia hora, mas tome cuidado para não torrar, não espere dourar muito para tirar)

Assim que sair do forno, se possível, transfira os bolinhos para uma grade e deixe esfriar completamente antes de colocar o recheio. Ficara assim ó:

Agora o recheio:

A maioria dos recheios não são forneáveis, ou seja, não pode por antes de ir para o forno senão eles secam e não vai ter recheio nenhum na hora de comer… (Existem os forneáveis, mas em outro post eu falo deles).

Chocolates em geral, bicho de pé, nutella…. NADA DISSO PODE IR AO FORNO… Então como faz?



Fácil, depois que esfriar pegue uma faca e faça um buraquinho em forma de cone no meio do Cupcake. Coloque o recheio no meio, e deixe só a parte da tampinha da massa para por em cima do recheio.

Eu fiz o meu recheio de chocolate Ganashe (tinha sobrado muito dos Macarrons, rs).

Cobertura:

Hoje, eu acordei cedinho (mais ou menos né, as 10h)  peguei  a minha pasta que já estava dois dias enrolada em papel filme e escondido numa caixa escura e peguei a minha caixinha de coisinha de cupcakes:

E comecei a montar, como era dia dos pais, eu fiz alguns específicos e o resto eu fiz com forminhas de cortar que eu comprei, de coração e florzinha e ficaram assim:

Até que por ser a minha primeira tentativa com a pasta americana, eu me saí bem… E SEM FALAR QUE É MUITO DIVERTIDOOOO! TIPO BRINCAR, DE MASSINHA…

Feliz dia dos pais *-*

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Quero Matar meu Chefe

O título do post e nome do filme automaticamente me lembra meu pai, por duas razões: 1, hoje é dia dos pais! Parabéns pros pais desse Brasil! Haha; 2, sempre que chega do trabalho, chega xingando o chefe! Mas, assim, xinga muito! Eu, que sempre tive vontade de trabalhar e ter meu próprio dinheiro pra gastar em esmaltes e livros e CDs (sério..), fico com um medo enorme de que meu futuro chefe seja igual aos do meu pai!

Enfim, o post não é sobre meu pai nem sobre seus chefes, mas sim sobre um dos mais recentes filmes em cartazes: Quero Matar meu Chefe. Nick, Dale e Kurt são amigos que tem problemas com seus respectivos chefes. Nick Hendricks trabalha muito para conseguir uma promoção para VP da empresa e vive sendo abusado (não sexualmente!) por seu chefe, Dave Harken, sendo o primeiro a chegar no escritório e o último a sair. Dale Harbus sempre teve soube o que queria ser “quando crescesse”: marido. E isso está prestes a se concretizar, já que está noivo. O único problema é sua chefe, a sexy Julia Harris, que dia após dia tenta abusar dele (aqui sim sexualmente, haha.) Por último, Kurt Buckman. Tem uma ótima relação com seu chefe, que é adorado por todos. Até que o velho morre e quem assume a diretoria da empresa é o filho babaca do antigo chefe, Bobby Pellit. Cansados, os três amigos chegam à conclusão de que a única maneira de se livrar de seus chefes é matando-os.

Primeiro ponto importante do filme são os atores que formam o trio principal: Jason Sudeikis e Jason Bateman, como Kurt e Nick, já famosos pelas comédias desse mesmo gênero que realizaram. Apesar de muito engraçados e bons atores, seus papéis são sempre iguais, não surpreendendo. Porém, atuaram bem e captaram a essência de seus respectivos personagens. A atenção no filme ficou mesmo para Charlie Day, o hilário Dale Harbus. Gente, hilário, hilário mesmo! Cheio de caras e bocas e com sua voz fina, é de longe o que me fez dar mais risadas!

O destaque mesmo fica para os chefes: Jennifer Aniston como Julia, a dentista tarada; Kevin Spacey como Harken, o malvadão da história; por último, Colin Farrell como Bobby, o sujo e folgado! Sou suspeita para falar da Jennifer Aniston, pois sou muito fã da atriz! Por isso me decepcionei um pouco por ela ter tido menos destaque que os outros atores. Os holofotes ficam em Kevin Spacey: suas cenas foram as melhores do filme!

O que eu achei: posso comparar o filme facilmente a Se Beber Não Case (falei do segunda parte aqui!), tanto pela comédia hilariante como pela sexualidade envolvida no filme. Cada erro que os supostos “assassinos” deixam o filme cada vez melhor, envolvendo os chefes um com o outro (deu pra entender? haha) e causando muitos, muitos problemas.

Poucas foram as cenas em que eu não ficava com dor de tanto rir! A comédia cumpre o que promete: não há tramas, apenas situações e piadas.

De cinco estrelinhas, dou quatro. Recomendo! 🙂

 

Beijos,

@juliamiozzo

 

ps: vou começar a fazer as críticas de filmes mais bem elaboradas, acho que fica melhor, né? haha. E GENTE, estou trabalhando em algum template ou coisa assim para dar a nota dos filmes, as famosas estrelinhas! Viu, as mudanças já começaram! Haha.