Paris versus New York

Tudo começou com um BLOG no qual o design francês Vahram Muratyan resolveu fazer comparações ilustrativas com os estilos de vida das duas cidades.

Acontece que o francês morou em uma época em Nova Iorque então quando ele voltou para Paris ele começou a perceber os detalhes de cada cidade, as diferenças e claro os clichês.

Fez tanto sucesso que depois foi publicado o livro: “Paris vs New York, a tally of two cities” (que se por algum acaso alguém quiser me dar de presente, eu não iria reclamar).

Vou colocar algumas fotos:

Quem não ama essas duas cidades?

What’s the Story? Morning Glory!

Calma, apesar de o título do post ser o nome do melhor CD do Oasis (já falei sobre ele aqui!), não é sobre a banda nem sobre o CD que vou falar aqui. Acontece que, alguns meses atrás, estreou nos cinemas o filme Uma Manhã Gloriosa, em inglês, What’s the Story? Morning Glory!, filme com a lindíssima e ótima atriz Rachel McAdams. O filme conta a história de Becky Fuller, uma produtora de televisão que foi demitida de seu programa. Após procurar incansavelmente por um emprego, consegue uma vaga no programa matutino Daybreak, que tem baixíssimos índices de audiência e uma moral muito, mas muito baixa. Seu objetivo no novo emprego é conseguir levantar a moral do programa, isto é, se ela conseguir lidar com os insuportáveis âncoras, com o baixo orçamento do programa, e ainda conseguir conciliar tudo isso com sua vida pessoal.

Assisti o filme pouco tempo depois da estréia e realmente amei! Uma ótima comédia, além de tratar basicamente da profissão que quero seguir e ter o mesmo nome que o CD da minha banda favorita, né, hahaha. Quatro estrelinhas pro filme e pra trilha sonora!

Fiz uma resenha bem simples sobre o filme, porque, um tempo depois de assistir, vi o livro a venda. Eu não fazia ideia de que o filme tinha sido inspirado em um livro, de verdade.. E não é! Na verdade, a famosa escritora Diana Peterfreund, autora da série Sociedade Secreta, baseou-se no roteiro de Aline Brosh McKenna, a mesma roteirista de O Diabo Veste Prada ♥ para escrever o romance. E depois de tanto tempo sem ler, comprei o livro!

Posso oficialmente dizer que estou de volta aos velhos tempos: lendo, lendo, lendo.. e lendo! Ainda não terminei a leitura do livro, estou na metade, mas posso certamente dizer que é (muito, muito mesmo) similar ao filme. A própria Becky narrando o livro, mostrando uma visão diferenciada da que o filme nos dá.

Já amei o livro e dou, por enquanto, quatro estrelinhas, também! Super recomendo (:

Beijos,

@juliamiozzo

Os delírios de consumo de Becky Bloom – Sophie Kinsella

Não tenho muito espaço para guardar meus livros aqui em casa e, por isso, resolvi vender alguns livros meus que eu não tinha gostado ou não tinha interesse para comprar a continuação. Como nunca tinha ido em um sebo antes, separei logo cinco livros em perfeito estado esperando ganhar um bom dinheiro com a venda. Quem me dera.. Pelos cinco livros eu receberia apenas R$28,00. Achei melhor trocar por algum outro que me interessasse..

Em meio às prateleiras de literatura estrangeira achei Os delírios de consumo de Becky Bloom. Como grande consumista que sou, já tinha assistido ao filme milhares de vezes, e gostado muito. Procurei mais um pouco e, como não achei nenhum outro livro interessante, escolhi esse.

Rebecca Bloom é uma jornalista financeira que ajuda as pessoas a lidar com suas finanças. O que ninguém imagina é que, por trás da aparência de especialista no assunto, Rebecca é uma consumidora compulsiva e não resiste à uma liquidação. Vive endividada e fugindo do gerente do banco, inventando desculpas, como ter quebrado a perna, para não ter que vê-lo. Em meio à tudo isso, ainda assim ela consegue encontrar tempo para se apaixonar.

Uma leitura rápida e divertida. Não ando encontrando tempo para leitura, infelizmente, mas mesmo assim consegui ler o livro em três dias. Posso dizer, por já ter assistido o filme, que a história é totalmente diferente. A única coisa em comum com o livro são as personagens e, poucas vezes, os acontecimentos envolvendo cada uma.

Enquanto lia, me pegava rindo sozinha com as cartas que Becky escrevia, de tão engraçadas. Apesar de não pagar minha fatura do cartão de crédito (pai, te amo.) e de não ser tão compulsiva como Becky, me identifiquei muito com a personagem. O jeito de falar, de reagir às coisas.. Era como se eu tivesse escrito o livro.

De um modo, acabei me decepcionando um pouco pelo fato de o livro não ser como eu esperava, mas mesmo assim já entrou pra lista dos favoritos e já estou atrás das continuações.

De cinco estrelinhas, eu dou três.

Beijos,

Ju.