Looks da Première de Part of me 3D

Terça dia 26 ocorreu à première do filme da Katy Perry e algumas celebridades foram lá conferir.

A estrela Katy Perry usou dois looks, um para o red carpert em que ela usa um vestido lindíssimo vermelho Dolce & Gabanna fazendo-a parecer que saiu de uma série de tv dos anos 50.

Para combinar ela usou um sapato da mesma cor, uma bolsa de fatia de bolo e unhas com desenhos de coisas de cinema tipo pipoca e óculos de 3D!!!!

Depois para a sua para sua apresentação usou um vestido divertido de cinema… Normal de Katy Perry (aliás, ela saiu de dentro de um saco de pipocas gigante!)

Lá também estava Selena Gomez com um cabelo novo, cumprido e com californianas… Mas me desculpem a roupa dela me lembrou de fantasia de escola de samba… Eu sei que lá é verão, mas vamos com calma Selena!

 

A celebridade do momento Carly Ray Jepsen apareceu com um look color block, usando um vestido azul, um sapato amarelo fluorescente e uma super desnecessária bolsa de florzinhas (?).

A amiga da Katy, nossa amada Rebecca Black marcou presença no evento com seu cabelo cor-de-rosa que esta desbotando, uma calça roxa e um blazer (lá não ta calor não?).

Victoria Justice também optou pela calça, uma blusa cheia de flores e esse sapato que eu não sei se devo classifica-lo como uma bota.

Mês que vem o filme estreia aqui no Brasil, e eu tenho que dizer que os posters são umas fofuras:

Espero que o filme seja bom, eu fui ao show dela ano passado e gostei muito… Da vontade de comer o cenário, rs…

Por favor, quero um vestido igual a da Katy só pra fazer isso:

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Dark Shadows

O trio maravilha Burton, Depp e Bonham Carter em mais um filme, inspirado na série de tv Dark Shadows: No século XVIII, Barnabas Collins, filho único da família fundadora da cidade de Collinsport, seduz Angelique, sua criada, e a mesma acaba apaixonando-se por ele. Ao perceber que o sentimento não era correspondido, transforma-o em um vampiro, aprisiona-o em um caixão e amaldiçoa sua família, além de virar toda a cidade contra o “monstro”. Duzentos anos depois, nos queridos anos 60, ele consegue escapar e decide retomar contato com os membros da nova linhagem da família Collins.

Já dá pra imaginar o quão é engraçado o filme, né? O elenco, além de Johnny Depp e Helena Bonham Carter, conta com Eva Green, Michelle Pfeiffer e Chlöe Moertz, atores influentes e de grande nome no cinema contemporâneo.

O filme é ultra cômico com toda aquela situação em que um homem de dois séculos atrás tenta entender a modernidade dos 60s, a atuação de TODO o elenco é brilhante, o modo como Burton manteve fiel o estereotipo do vampiro, sem essas coisas deles brilharem no sol, serem vegetarianos e tal (mesmo eu gostando de Crepúsculo, achei um tanto quanto ridículo): Barnabas é vampirão messssmo, não tem dó de morder o pescocinho de ninguém! A fotografia é maravilhosa, os efeitos, o figurino, o cenário.. tudo! E ah, sem mencionar as personagens, que tem personalidades malucas e incrivelmente interessantes: a psiquiatra bêbada, a filha rebelde, o filho bobinho e estranho, o pai safado e a criada velhinha.

O roteiro do filme é incrível,os personagens.. Tinha tudo para ser um dos melhores filmes do Tim Burton, mas não foi aproveitado. Tem muitos personagens aleatórios, muitas histórias paralelas mal explicadas e sem aprofundamento, muita falta de informação.. É como se tivessem tentando juntar mistério com romance e drama, só que não deu certo! Na metade do filme eu já estava quase dormindo, sem entender nada do que acontecia: parece que as cenas foram jogadas em contexto algum, sem um propósito, sabe?

Pelo trailer, pela sinopse, pelo elenco, pela direção, eu esperava bem mais. Me deixou com saudades do Tim Burton da época de Sweeney Todd e Edward, mãos de tesoura. Resumindo, achei o filme bem x, com a cara de filmes que eu assisto pra dormir quando não tem nada melhor na televisão.

Das cinco estrelinhas, dou 2,5.. Decepcionante, Burton.

Ainda essa semana volto pra falar da maior estreia do anoooooooooooooo, na minha opinião: Para Roma, Com Amor, novo filme do querido Woody Allen ❤

Beijinhos, Jú.

Filmes pra começar bem as férias!

Nem acredito, chegaram às férias! *chorando de emoção*
Eu e a Jú andamos beeem sumidas por aqui, mas é a loucura da escola, semana de provas, os trabalhos e o simulado (ta ninguém estuda pro simulado…)… E  finalmente acabou! Hoje foi o dia que entregamos o nosso último e mais sofrido trabalho!!!
Eu não sei vocês, mas eu quero ver milhares de filmes nessas férias (a Júlia também porque como muitos sabem, ela não vive sem a minha adorável companhia, então iremos se encontrar sempre para ver muitos filmes! Não acreditem se ela discordar sobre a parte que eu sou adorável, rs).
Mas se você também esta na mesma e precisa de filmes novos em sua vida, não se desespere eis aqui dois sugestões:

Fahrenheit 451

Esse filme foi uma grande surpresa para mim. Eu tive que ver para um trabalho, e no fim das contas eu acabei gostando (pensei que ia ser um saco…).
O filme inventa um futuro hipotético em que se vive em um regime de estado totalitário e o trabalho dos bombeiros é queimar livros. Ou seja, qualquer tipo de leitura é proibido e ter livros em sua casa é ilegal…


Montag é um dos bombeiros e um dia ele começa a furtar livros que deveria queimar a partir disso seu comportamento começa a mudar e começa a perceber como o mundo que vive não passa de uma grande alienação.
Os créditos do começo do filme são narrados em vez de aparecerem escritos para já entrar no clima!
O filme é uma daquelas críticas a regimes totalitários e a manipulação do ser e bla bla bla mas ele não se torna chato e sem falar que é engraçado a ideia dos bombeiros serem chamados para causar um incêndio em vez de apagar… Sem noção!
Eu preciso comentar que a mulher do Montag e a mocinha do filme são interpretadas PELA MESMA PESSOA!  Não me perguntem o porque.

Dica da titia Teka: por ser bem antigão o filme tem inteirinho legendado no youtube!!!!! Só pesquisar. 

God Bless America

Frank tem insônia e os vizinhos mais insuportáveis de todos, então ele passa a noite tentando achar algo que presta na TV, algo que não consegue porque praticamente não existe.
Cada vez que passa ele vai ficando mais de saco cheio da sociedade americana até descobrir que irá morrer em breve, então ele com ajuda de Roxy, uma garota de 16 anos, têm a genial ideia de em vez de se matar, matar todos esses americanos fúteis e insuportáveis.


Vamos analisar que é um filme meio surreal e se fosse real eles seriam presos em cinco minutos, mas o filme não ta aí para ser realista e sim para ser uma comédia que crítica esse povinho consumista e que fica votando em realitys (ou seja, todos nós, rs).
E admitam a ideia é sensacional! Podiam fazer um God Bless Brasil e trocar o povo do american idol por alguns funkeiros e outras pessoas, rs…


Mas como eu disse o filme é bem viajado, então crianças não tentem fazer isso em casa!!!
Esse é mais chatinho de achar, eu só achei em AVI, mas não é impossível!
Bom, espero que tenham gostado das minhas dicas… Até logo mais!
Beijos Teka

Footloose x Footloose

Footloose é um filme bem conhecido de 1984 que mostra a história de Ren McCormick (Kevin Bacon), um garoto que acabou de mudar pra uma cidade no interior e quando chega lá descobre que é proibido dançar. Indignado, ele resolve tentar mudar isso criando uma petição com ajuda de alguns garotos da cidade, entre eles, a filha do reverendo (o cara que praticamente criou a lei), Ariel (Lori Singer).

O filme recebeu duas indicações ao Oscar e uma ao globo de ouro. Além de ter sua trilha sonora na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.


Ano passado, foi feito um remake (que finalmente eu consegui ver agora) adaptado aos dias de hoje, como Kenny Wormald no papel de Ren (depois do papel passar por Zac Efron, Chace Crawford e Thomas Dekker), Julianne Hough como Ariel e Denis Quaid como reverendo Shaw Moore.

O filme retrata toda a história com um ar country e mais explicadinho. No filme original contar porque não pode dançar é até um spoiler (por isso que eu não vou contar aqui, caso vocês queiram ver) que só vai ser revelado na metade do filme, já o novo começa mostrando a história do porque dá proibição da dança e toda aquela forma no qual o reverendo age.

Com exceção disso, a trama e a sequência dos fatos é quase a mesma do original, o que torna uma adaptação bem fiel, apesar das diferenças relacionadas ao tempo… Às vezes fica meio confuso, apesar de ser percebível que o filme é atual (Ipods e shorts bem curtinhos), em cenas acaba meio que se tornando brega pra atualidade (não sei também isso é por causa do clima de interior e tals).  Mas pegar um filme dos anos 80 e passar pra hoje deve ser meio complicadinho, então entendemos.

A Ariel tá a maior bitch nesse filme, no original ela era revoltadinha por ser filha do reverendo, mas o máximo dela era dar uma dançadinha escondida… Nesse não, ela tá a maior biscate, e as roupas acabam ajudando… Eu tive um pequeno problema com atriz, ela é linda, legal e tudo, mas tem uma voz MUITO IRRITANTE! Ela tem voz de amiga da vilãnzinha de teen movies (tipo ela daria uma boa amiga burra da Regina George, ou uma daquelas garotas do Upper East Side que finge que ama a Blair, mas só queria ser ela). Ou seja, ela interpretou bem, a Ariel ficou legal, mas a voz dela……..

Eu gostei do novo Ren, rssss (não só pela beleza, mais ou menos), mas ele sabia dançar muito bem…

Outra coisa que ficou bem legal foi à versão country que fizeram pra música do filme… É TOTALMENTE IMPOSSÍVEL TERMINAR O FILME (QUALQUER UM) SEM CANTAROLAR “Cut loose, Footloose, kick off your Sunday shoes” Não dá mesmo…

Música original X Música Country

No final eu gostei bastante da nova versão, apesar de sentir falta das calças boca de sino e dos sapatos péssimos e horríveis típicos de anos 80 do começo do filme. Mas tudo bem, eu posso matar a saudades depois, eu tenho o dvd mesmo!


Oh Cut Loose, footloose kick off your Sunday shoesPlease, Louise…….

Maratonas de Resenhas: Última Parte

Olá… Hoje vou postar o fim das minhas maratona de resenhas, e é obvio que eu deixei os melhores para o final… O meus queridinhos, que são tão queridinhos que até foram pro Oscar!!!!! Estou falando de The Help e Hugo, duas fofuras que é impossível de não gostar. (Se preparam porque eu vou escrever demais.)

The Help (2011)

Meu Deus, eu sou meia suspeita para falar porque eu só apaixonada por esse filmes há meses… Eu vi a sinopse e tals e já achei que ia ser ótimo (a Emma Stone também ajudou no meu interesse pelo filme, é claro) e eu baixei na época que estreou no E.U.A porque eu nunca na minha vida imaginei que o filme fosse para os cinemas quem dera concorrer ao Oscar… Mas enfim vamos ao que interessa a sinopse:

The Help (Histórias Cruzadas) é uma adaptação de um livro com o mesmo nome que conta a vida das empregadas domesticas negras em Jackson, Mississipi nos anos 60. Elas eram maltratadas e sofriam de preconceitos absurdos de suas patroas brancas como a Hilly Holbrook (Bryce Dallas Howard, de 50/50) que não queria nem que elas usassem o mesmo bainheiro.

Eis que surge Skeeter (Emma Stone, com cachinhos lindos), recém-formada jornalista que acaba de voltar à cidade em busca de trabalho (apesar de segundo os conceitos da cidade ela deveria estar atrás de um marido). Skeeter diferente do resto da cidade vê as empregadas como elas realmente são por ter sido praticamente criada por uma negra, a partir disso ela resolve criar um livro contando tudo que essas mulheres já sofreram e o que elas sentem de verdade em relação às donas de casas e as crianças que elas criam para depois ficar exatamente iguais a suas mães.

As empregadas protagonistas são Aibileen (Viola Davis) e Minny Jackson (Octavia Spencer, que ganhou o Oscar como melhor coadjuvante, quase chorei).

quero ser amiga delas!!

Tenho que dizer além de se roteiro maravilhoso (quero ler o livro), os cenários de épocas e os meus AMADOS VESTIDOS RODADOS!!! As personagens são simplesmente apaixonantes, a Skeeter é uma fofa, juro, quero ser ela quando crescer! A típica jornalista a frente do seu tempo que não liga para os padrões da sociedade e sim quer mudar aquilo que acha errado, sem se tornar uma feminista chata. Sem falar que foi super legal ver esse outro lado da Emma Stone diferente daquela Emma engraçada e sem noção que estamos acostumadas a ver em seus papeis.

A Aibileen deve ser a melhor empregada/babá de todos os tempos, sem falar que as cenas delas com a Mae Mobley fazem a gente chorar (Não recomendável para épocas de TPM e etc…). Já a Minny que deixa o filme mais leve, tirando do drama todo e faz a gente se matar de rir, e a relação dela com a Celia (Jessica Chastain, que também foi indicada como melhor coadjuvante no Oscar) é adorável de assistir. Já Brice Dallas Howard interpretando a Hilly faz a gente querer mata-la de raiva de tão ridícula e má que ela pode ser… Eat my shit  (melhor bordão ever!)

O filme é ótimo, um dos meus favoritos, fui ver na estreia no cinema (o ruim foi não poder dar spoilers para as minhas amigas, senão eu seria morta né Júlia, rs), e com certeza eu dou 5 de 5 estrelinhas, por que eu não tenho muito o que reclamar, o filme tem 2h20, muita gente acha que isso é muito, mas para mim eu podia ver mais 30min de filme numa boa.

Hugo (2011)

Consegui ver Hugo no dia do Oscar (cheguei em casa, já tinha começado o live from red carpet no E!) e ainda bem, porque eu pude torcer com vontade para o filme!

Hugo (Asa Butterfield) é um garotinho que vive escondido na estação de trem em Paris nos Anos 30. Seu pai acabara de morrer, mas antes ele encontra um autômato raro que escreve, mas todo acabado e para funcionar precisa de uma chave. Um pouco depois de ficar órfã, Hugo acaba trombando com Isabelle (Chloe Moretz ❤ ❤ ❤ <3) afilhada do dono da loja de brinquedos da estação, e percebe que o seu colar é a chave do autômato, a partir disso eles resolvem ir atrás desse mistério envolvendo o colar que ganhou de sua tia e o autômato encontrado no lixo.

Primeiro tenho que dizer que não é a toa que o filme ganhou a maioria dos prêmios de efeitos especiais, a neve 3D era tão real que eu quase senti frio… Eu não sei explicar, mas foi o melhor filme 3D que já vi. (Geralmente eu acho 3D inútil, mas esse foi diferente).

Agora sobre a história, ela é uma homenagem ao precursor dos efeitos especiais e da fantasia o Georges Méliès (quero dizer, o filme ficou 100x mais lindo quando eu descobri que o Geoges Méliès realmente existiu). O filme é uma mistura de ficção com realidade em que um filme bonitinho faz com que a gente aprenda mais sobre a história do começo do cinema.

Sobre a Chloe, ela devia ganhar um Oscar, mais eu sei que ela ainda vai ganhar afinal ela ainda tem muito tempo para isso…

Todo mundo sabe que o Martin Scorsese foi o diretor, mas uma curiosidade que eu acho que muita gente não saiba é que o filme foi produzido pelo Johnny Deep.

O filme também ganha as minhas 5 estrelinhas e ele é tão bem feito e fofo que dá vontade de abraçar todo mundo que fez o filme, rs.

MARATONA DE RESENHAS PARTE II

Olá, estou aqui para continuar a nossa maratona de resenhas!!!!!!   E let’s go..
 

                                    IT’S A KIND OF FUNNY STORY (2010)
Traduzido por um idiota sem cérebro por Se enlouquecer não se apaixone. WTF????? acho que é porque tem o Zach Galifianakis no elenco, sabe o bobão de Se beber não case, então… Péssimo né. Bom voltando, o filme fala de Greg, um adolescente que está cheio de inseguranças por causa do seu futuro e ainda resolve se apaixonar pela namorada do melhor amigo. Cheio de problemas ele pensa em se suicidar, mas acaba desistindo indo procurar ajuda.

Ele é internado e ter que ficar pelo menos 5 dias e lá ele conhece  Bobby (Zach Galifianakis) e claro Noelle (Emma Roberts, olha ela de novo aqui gente!!!!!) que está internada pela sua mania de se cortar.

Adoro essa cena!

O filme parece ser o maior drama que vai você ficar triste por uma semana, mas acreditem NÃO É NÃO. Ok, não é o filme mais feliz e engraçado de todos, mas ele consegue tratar o lance do suicídio de uma forma bem suave. Apesar de o Greg ter exagerado demaaaaaaais chegando nesse ponto, tem momentos que você consegue se identificar com o personagem, afinal quem nunca teve dias péssimos?

Digamos que Greg é uma hipérbole daquela fase da adolescência que tudo está confuso e você não sabe o que quer e não tem tempo para saber o que quer e aí explode. (nossa isso ficou meio confuso, sorry)
Mas é tudo ótimo, inclusive a trilha sonora, eu dou 4 de 5 estrelas!

PS: O FILME CONTA COM A DIVA DA VIOLA DAVIS!!! AIBELEEN FOREVER ❤ (esperem ansiosamente pela resenha de THE HELP!)

                                                                     50/50 (2011)
O Joseph Gordon-Levitt esqueceu os 500 dias e a Summer e vira Adam um cara que descobriu que está com um câncer no qual só tem 50% de chance de se curar. Para piorar seu amigo Kyle (Seth Rogen) quer aproveitar de sua doença para conseguir garotas, ele tem uma namorada que é não a das melhores (SÉRIO) e uma tem que ir a uma psicóloga sem muita experiência que tem sérios problemas de falta de organização.

Coitado né? Então, o filme é assim você passa o filme todo morrendo de dó do Adam e tentando falar o nome completo do câncer de coluna dele, que me desculpem como eu não decorei e nem achei no Google eu não sei, rs.

O Joseph está sensacional e fofinho como sempre, a psicóloga é interpretada por Anna Kendrick que é um amoooooor e a namorada por Bryce Dallas Howard que falarei no post sobre The Help. Mas o filme me deprimiu tanto que eu vou dar só 3 de 5 estrelas.

Maratona de Resenhas- PARTE I

Durante as minhas queridas e maravilhosas férias (AI QUE SAUDADESSSSSS!) e aquele longo tempo em que o blog estava forever alone devido à falta de criatividade e a preguiça das integrantes, eu estava ocupada fazendo outra coisa… Vendo filmes, obviamente, antes da SOPA, do fim do Megaupload (RIP!!!) e desse drama todo que hoje está uma desgraça até pra baixar new girl.
Como é sexta-feira e eu não tenho nada pra fazer (antissocial) eu resolvi fazer umas pequenas resenhas de alguns desses filmes aqui para blog, como são SEIS eu resolvi dividir esse post em três partes! E vamos lá:

                                                The Art of Getting By (2011)
Sabe aquele garotinho fofo de A Fantastica Fábrica de Chocolate e O Som do Coração então ele cresceu ficou gato e virou George (Freddie Highmore) é um garoto que nunca faz lição de casa porque acha uma perda de tempo enquanto ele poderia estar fazer um milhão de coisas mais importantes na vida dele e que gosta de desenhar. George conhece Sally (Emma Roberts <3) que é meia popularzinha e bom obviamente ele acaba se apaixonando.

Diferente das histórias de loser que se apaixona pela garota popular, essa acaba tomando rumos bem originais e inesperados (Não vou contar, porque não quero dar spoilers) fazendo com que você realmente goste e se apaixone pelo filme e pelo George mais do que geralmente se apaixonaria pelos filmes do mesmo gênero.

O filme é uma fofura, o George também, cheio de pensamentos legais e desenhos ótimos que faz com que a esquisitice dele nós conquiste. A Emma tá um amor, ela sempre é, não tem muito que falar dela. Eu não sei explicar, mas o filme realmente me conquistou, dou de 5 cinco estrelas, 4!

PS: A Alicia Silverstone também faz uma participação no filme, fazendo a gente perceber como estamos velhos, porque a patricinha de Beverly Hills agora é uma professora chata.

                                                              Country Strong (2011)
Ou como foi traduzido, Onde o Amor Está, é um filme que conta a história de Kelly Canter (Gwyneth Paltrow, A Mrs. Holly Hollidays de Glee ou a moça que canta cruisin’) a cantora mais famosa de country que esta tentando restaurar a sua carreira após ter tido problemas com bebida. Ela conta com ajuda de Beau que também é cantor e compositor de country, ele praticamente está lá para tentar impedir que Kelly volta a beber já que seu marido Ed não consegue. Ed é um produtor de sucesso e ele que organiza a turnê para promover a volta de Kelly, para abrir os shows ele convida Chiles (Leighton Meester, Blair Bitch Waldorf) que é uma miss tentando a sorte como cantora country.

Como da pra imaginar o filme é praticamente um musical country com tantas músicas, todas ótimas, ao mesmo tempo ele é um super drama daqueles de fazer a gente chorar e torcer para Kelly conseguir se sair bem nos shows.

A Gwyneth para variar esta ótima, ela é ótima em tudo que faz.  Sobra a Leighton, chega a ser engraçado vê-la sendo boazinha, nós que estamos tão acostumados com a Blair, ela está praticamente o oposto, digamos que ela é a garotinha boba que a Blair adoraria aprontar! Sua voz é linda e combinou muito bem com o country…  E o filme conta com o Tim McGraw, SIM O CARA DA MÚSICA DA TAYLOR SWIFT (só eu pensava que ele não existia?)!

Cadê Chuck Bass?

Cadê Chuck Bass?

De 5 eu dou 4,5 (só não dou 5 porque eu não tenho muito amor por filmes exageradamente tristes… Mas esse é bom.)
Se não me engano Country Strong está passando esse mês na HBO, então pra quem tem, é uma boa dica.

Bom, é isso, essa semana eu escrevo a parte II falando sobre 50/50 e It’s Kind of a Funny Story…