Dark Shadows

O trio maravilha Burton, Depp e Bonham Carter em mais um filme, inspirado na série de tv Dark Shadows: No século XVIII, Barnabas Collins, filho único da família fundadora da cidade de Collinsport, seduz Angelique, sua criada, e a mesma acaba apaixonando-se por ele. Ao perceber que o sentimento não era correspondido, transforma-o em um vampiro, aprisiona-o em um caixão e amaldiçoa sua família, além de virar toda a cidade contra o “monstro”. Duzentos anos depois, nos queridos anos 60, ele consegue escapar e decide retomar contato com os membros da nova linhagem da família Collins.

Já dá pra imaginar o quão é engraçado o filme, né? O elenco, além de Johnny Depp e Helena Bonham Carter, conta com Eva Green, Michelle Pfeiffer e Chlöe Moertz, atores influentes e de grande nome no cinema contemporâneo.

O filme é ultra cômico com toda aquela situação em que um homem de dois séculos atrás tenta entender a modernidade dos 60s, a atuação de TODO o elenco é brilhante, o modo como Burton manteve fiel o estereotipo do vampiro, sem essas coisas deles brilharem no sol, serem vegetarianos e tal (mesmo eu gostando de Crepúsculo, achei um tanto quanto ridículo): Barnabas é vampirão messssmo, não tem dó de morder o pescocinho de ninguém! A fotografia é maravilhosa, os efeitos, o figurino, o cenário.. tudo! E ah, sem mencionar as personagens, que tem personalidades malucas e incrivelmente interessantes: a psiquiatra bêbada, a filha rebelde, o filho bobinho e estranho, o pai safado e a criada velhinha.

O roteiro do filme é incrível,os personagens.. Tinha tudo para ser um dos melhores filmes do Tim Burton, mas não foi aproveitado. Tem muitos personagens aleatórios, muitas histórias paralelas mal explicadas e sem aprofundamento, muita falta de informação.. É como se tivessem tentando juntar mistério com romance e drama, só que não deu certo! Na metade do filme eu já estava quase dormindo, sem entender nada do que acontecia: parece que as cenas foram jogadas em contexto algum, sem um propósito, sabe?

Pelo trailer, pela sinopse, pelo elenco, pela direção, eu esperava bem mais. Me deixou com saudades do Tim Burton da época de Sweeney Todd e Edward, mãos de tesoura. Resumindo, achei o filme bem x, com a cara de filmes que eu assisto pra dormir quando não tem nada melhor na televisão.

Das cinco estrelinhas, dou 2,5.. Decepcionante, Burton.

Ainda essa semana volto pra falar da maior estreia do anoooooooooooooo, na minha opinião: Para Roma, Com Amor, novo filme do querido Woody Allen ❤

Beijinhos, Jú.

O que salvou minhas cutículas

Oi gente! Quanto tempo, hein? Quis voltar aqui pro blog com nada mais, nada menos que um post sobre.. UNHAS E AFINS, só pra variar um pouco! Hahaha.

Já falei algumas vezes aqui no blog que de uns meses (agora, um ano) pra cá eu parei de tirar minhas cutículas e estava vivendo de hidratantes, lembram? A verdade é que eu nunca fiquei 100% feliz, pois não importa quantos milhões de hidratantes eu testasse, nenhum dava o efeito que eu queria. Mas eis que, um belo dia na perfumaria, encontrei um tal de esfoliante de cutículas, da marca Ideal. A primeira reação que tive foi pensar “THAT’S BULLSHIT, ISSO NÃO EXISTE GALERA!”, mas decidi gastar 11 reais, que eu poderia ter gasto em mais alguns esmaltes, no tal esfoliante.

Não preciso nem dizer qual foi o efeito dele nas minhas cutículas depois do título autoexplicativo, né? Vou falar mesmo assim: incrível! Embora eu ache caro para um vidrinho de esmalte com esfoliante, vale super a pena! Claro que a proposta dele não é hidratar as cutículas, igual a cera hidratante da granado ou da finaflor (ótima, por sinal), mas sim tirar as pelinhas irritantes do canto da unha, sem que seja necessário o uso de alicates, e dar uma boa reduzida nela!ImageImage

Image

O aplicador dele é igual de esmalte mesmo, um pincelzinho fininho com as cerdas muuuito boas! A consistência dele é quase de um creme: uma espécia de gel bem fluído com esferas esfoliantes e vários ~~flocos~~ que não sei dizer o que são, que são os que mais esfoliam e dão o efeito na unha! Infelizmente, não sei dizer o que é o efeito Rubi; o passo dois mencionado no MODO DE USAR provavelmente é o uso do fortalecedor.

Não tive a oportunidade de conhecer o resto da linha Precious, mas sei que tem também um fortalecedor e um outro que não me lembro, hahaha. Pela qualidade do produto, acredito que o resto seja bom também, assim como a maioria dos produtos da Ideal (menos o amolecedor de cutículas, ô treco ruim!).

Alguém aí já testou o esfoliante ou conhece algum de outra marca? Compartilhem nos comentários!

Bisous e até mais (:

Júlia M.

Sampa versus Buenos / São Paulo versus Rio

Se lembram daquele post que a Teka fez sobre as ilustrações do designer Vahram Muratyan comparando NY e Paris? Navegando aí pela internet, eu encontrei outras duas “recriações” do livro de Muratyan: São Paulo vs Rio, feito pelo pessoal do blog Papo de Homem, e Sampa versus Buenos, feito pela brasileira Vivian Mota.

Eu achei muito, mas muito interessante a ideia da comparação entre duas cidades, ainda mais que nessas duas falam da principal cidade brasileira, né? (desculpa, Rio!)

São Paulo vs Rio

Sampa versus Buenos

E aí, o que acharam das ilustrações? Qual a sua favorita? Fala aí nos comentários! 🙂

Beijos,

Júlia.

Risqué Technology, a salvação – Parte I

Olá, leitores (se é que vocês ainda existem, né?!)! Resolvi ressuscitar o blog com um post que acho que ajudará e muito as fanáticas por unhas e esmaltes, assim como eu. Antes de partir direto pro post, queria  dizer que eu estou extremamente feliz por voltar a postar aqui! Essa súbita inspiração e vontade de postar pra mim é incrível, espero que seja pra vocês também! Então, vamos lá.

Um tempinho atrás fiquei sabendo que a Risqué havia lançado, na época do SPFW, uma linha de esmaltes de tratamento, que teve o nome de Risqué Technology. A linha é composta por quatro esmaltes: um reparador noturno, para nutrir e restaurar as unhas; uma base niveladora, para deixar as unhas mais lisas e resistentes; uma base reestruturadora, para fortalecer as unhas e deixá-las mais resistentes; por último, e o assunto do post de hoje, uma cobertura brilhante de extra brilho e que promete secar as unhas em trinta segundos. Dividi o assunto do post em quatro partes, assim posso dizer melhor sobre cada produto e especificá-los melhor.

Image

Como eu já disse lá na introdução do post, ele é uma cobertura brilhante, ou seja: dá brilho ao esmalte. Geralmente essas coberturas são de secagem rápida, mas uma que desse tanto brilho e secasse o esmalte TÃO rápido realmente é novidade!Image

O esmalte que eu usei foi o Tango, da PanVel. Não sei se já disse em algum outro post aqui, mas todos os esmaltes da PanVel são muito brilhantes, não há necessidade de extra brilho! Consegui captar bem o brilho do esmalte na foto (valeu, Nikon!) e vocês conseguem ver que não é pouco, né? Hahaha. 

A cobertura é quase que um verniz que seca ultra rápido. Não digo que as secou em trinta segundos, como promete, mas em menos de cinco minutos eu já estava digitando e mandando SMS e minha unha não borrou, I swear. É mágica, só pode! Está aprovadísssssssimo (:

Obrigada Risqué por facilitar minha vida 100%! Sem mais pintar as unhas e ficar 10 minutos esperando secar!

Aguardem pela continuação do post com os outros esmaltes da linha, hein?

 

 

Beijos empolgados com sensação de primeiro post no blog,

Júlia.

When all hope is gone, we’ll find love.

Sabe aquela sensação de que você nunca vai ver o show de tal artista? Pois é, eu sei bem como é. Até semana passada, era isso que eu sentia com relação a Tiago Iorc, o queridinho das trilhas sonoras brasileiras, de quem sou fã. Prestem atenção, eu disse até semana passada. Exatamente.

Tiago Iorc começou a ganhar destaque na música nacional com seu primeiro single, Nothing But A Song, música que a maioria de vocês com certeza conhece, por ter feito parte de diversas trilhas sonoras. Teve seu primeiro CD, Let Yourself In, lançado em 2008, e conta com músicas como My Girl, Fine (<3), When All Hope is Gone, Blame, e diversas outras tão boas quanto essas.

Vocês já devem imaginar que, semana passada, eu fui a um show dele, certo? Hahaha. Um pocket show, na verdade, mas ainda assim, um show. Acontece que Tiago lançou recentemente seu mais novo álbum, Umbilical, que devo dizer, está tão bom quanto o primeiro: mais maduro, composições mais bem elaboradas.. Maravilhoso! Já era de se esperar, então, uma “turnê” do cantor. E eu, fã desde sempre, não perdi a oportunidade de ver um de meus cantores favoritos ao vivo, né?

A história é a seguinte: eu moro na zona leste de São Paulo, e o show aconteceria na livraria Fnac do shopping Morumbi, na zona sul, as 20h. Ou seja: eu teria que atravessar a cidade no horário  e na região mais congestionados de toda a cidade, ainda mais que todas as grandes empresas se situam na região do shopping. Saí de casa as 15h30 (SIM) e cheguei no shopping exatamente as 17h50. Foi o tempo de comer, comprar o CD novo do querido e voltar pra livraria. Pra conseguir um lugar bom, uma hora antes do show eu estava na livraria, assim como várias outras pessoas que também foram espertas, e adivinha? TIAGO IORC ESTAVA FAZENDO A PASSAGEM DE SOM! Sim, pra todos os fãs que estavam assistindo!

Minha reação ao vê-lo foi de começar a tremer e ter um ataque do coração. Gente, ele existia! E estava na minha frente tocando! Tudo bem, me acalmei e fui pra fila enquanto os organizadores montavam os lugares na frente do palquinho.

Acabei ficando na segunda fileira, vi um dos caras que eu mais amo tocando a menos de dois metros de distância de mim (eu juro que quase não usei zoom na foto ao lad0!) e quase tive uma úlcera de nervoso durante o show inteiro.

Sobre o show, finalmente: Tiago Iorc toca com uma naturalidade que eu nunca vi antes em cantor algum. Em momento nenhum ele fez esforço para cantar ou alcançar notas mais altas, não desafinou em nenhum momento e mais parecia que estava tocando em sua casa do que em uma livraria pra mais de 60 pessoas. De camiseta e moletons, ele tocou um repertório que incluía Story of A Man, Ducks in a Pond, Nothing But a Song, Just So You Know, Gave Me a Name, My Girl, Umbilical, um cover MAGNÍFICO de Imagine, do amado John Lennon e, de encerramento, a maravilhosa e animadora Fine. Além de interagir o tempo inteiro com os fãs e DE TER OLHADO PRA MIM ENQUANTO TOCAVA MY GIRL, ele tocou o repertório mais curto (longo para um pocket show, se você analisar), para poder atender os fãs que estavam na parte cercada do show, que incluía cinco ou seis fileiras de 12 ou 13 cadeiras cada. Gente, vocês tem ideia!?!??!?!!?

Eu literalmente não conseguia falar ou esboçar alguma expressão na minha vez de abraçá-lo, de tão nervosa que eu estava. Acabou que ele autografou meus dois CDs, me deu um beijo na bochecha que arde até hoje e me abraçou de um jeito que eu não quis nunca mais soltar. Vale lembrar que, quando eu disse meu nome, ele perguntou se tinha acento. E ninguém NUNCA perguntou se meu nome tinha acento.

Desse show, confirmei as impressões que eu tinha dele: um cara comum que realmente não liga pra fama, só faz o que gosta. Também confirmei que ele é o homem da minha vida e que eu quero ele como futuro marido.

Não sei porque, não consegui colocar nenhum vídeo do show aqui no post. Mas vocês podem ver algumas das músicas aqui e aqui. No canal da MahCullen tem todos os vídeos do show também 🙂

Nunca imaginei que o que aconteceu no show pudesse realmente acontecer comigo algum dia. O título do post, trecho da minha música preferida do Tiago, When All Hope Is Gone, explica realmente isso: eu não tinha esperança nenhuma de ir a algum show dele, e justamente quando eu menos esperava, aconteceu. Não desistam do sonho de vocês.

E desculpa de novo a demora para postar. Último bimestre da escola e eu nunca corri tanto na minha vida.

 

Beijos,

@juliamiozzo

 

I’m feeling fine! (:

 

Nova série: Hart of Dixie

Se você se encontra na faixa etária 17 a 25 anos ou mais, o nome Summer Roberts não é estranho para você. A personagem da série que marcou os anos de 2003 a 2007, The O.C., interpretada por Rachel Bilson, era tão querida pelos fãs (oi!) quanto a protagonista. Após o cancelamento da série, porém, Rachel não conseguiu nenhum papel marcante em sua carreira, tendo atuado apenas em dois filmes que não foram bem-sucedidos… Mas e se eu disse que isso está prestes a mudar?

Essa semana, procurando notícias da atriz que eu tanto amo e admiro, descobri que uma nova série, na qual ela é protagonista, tinha estreado pouco tempo atrás no canal CW, conhecido por transmitir Gossip Girl, Supernatural, Vampire Diaries e Secret Circle. Óbvio que, como qualquer fã, fui correndo fazer download da série, que ainda está no episódio 4.

A série trata de Zoe Hart, uma médica recém-formada que tem seu futuro metodicamente planejado: após se formar em primeiro lugar na faculdade, fará sua residência em Nova Iorque com seu namorado para depois tornar-se uma cirurgiã cardíaca, assim como seu pai. Após discursar em sua formatura como oradora da turma, Zoe é surpreendida por um estranho, Dr. Harley Wilkes, que lhe oferece um trabalho em sua clínica no Alabama, mais precisamente, em Bluebell, uma cidade pequena. Quando todos seus sonhos desmoronam e Zoe se vê sem trabalho, sem namorado e sem sua bolsa de estudos para tornar-se cirurgiã, ela aceita a proposta.

Fiz o download da série esperando ver a mesma Rachel Bilson de quatro anos atrás e me decepcionei ao ver que a linda já tem 30 anos e não tem mais a inocência que ela não tinha da época de The O.C., apesar de ainda ser possível ver traços de uma possível Summer Roberts em uma mulher muito mais madura.

Não sei direito qual a melhor classificação para a série: drama ou comédia. Acho que ambas se encaixam na série, que conseguiu me fazer rir e chorar (SIM!!!!!) ao mesmo tempo. O roteiro é maravilhoso, as atuações melhores ainda e os atores muito, mas muito bonitos. Os únicos defeitos que eu consegui achar na série é a rapidez com que as coisas acontecem, ora rápidas demais e ora parecendo que vai ficar tudo na mesma situação para sempre, como tomam um rumo totalmente diferente e como algumas pareceram que não foram terminadas, mas se a série continuar do jeito que está, com certeza será uma das melhores dessa Fall Season.

Quanto a séries, eu sou um pouco mais crítica e só consigo avaliar após ver no mínimo três episódios.. E eu já vi. Portanto, das cinco famosas estrelinhas de Júlia Miozzo, a série ganhou quatro e meia. 

Em um gif engraçadinho: 

Rachel Bilson, você é a mulher mais linda do mundo. Sério, me abraça. Te amo.

Beijos,

@juliamiozzo

Almost Famous

Ultimamente eu ando tendo uma sorte incrivelmente grande com relação a filmes, pois todos os últimos que vi conseguiram minhas tão prezadas cinco estrelinhas. O escolhido de hoje foi Almost Famous, ou Quase Famosos, se preferir. Mais um que por mim, pode ser considerado um clássico (quem vê pensa que eu entendo do assunto……), apesar de ser de 2000. Segue quase a mesma linha de Hair, que eu já falei aqui, mostrando toda essa contra-cultura dos 60’s e 70’s.

O filme mostra a história de William, um garoto de 15 anos com sonho de ser jornalista do rock, influenciado por sua irmã mais velha, que consegue um trabalho na tão renomada revista Rolling Stone para acompanhar a banda Stillwater em sua primeira turnê pelos Estados Unidos. O problema surge quando ele se encontra muito envolvido com a banda, perdendo a objetividade de seu trabalho e conhecendo cada vez mais o cenário do rock nos anos 70, que acaba sendo diferente do que ele esperava. É bem legal o jeito que o filme mostra como as bandas lidam com os problemas entre os integrantes, como um tem mais destaque que o outro e as relações com as famosas groupies da época, mostra que nem tudo é perfeito igual imaginamos.

O filme conta com a atuação da linda e talentosa Kate Hudson, uma participação de Zooey Deschanel (linda!!!!!), além de Anna Paquin, Billy Crudup (perfeito), Jason Lee. O papel do protagonista coube a Patrick Fugit. Almost Famous também foi consagrado com diversos prêmios da indústria cinematográfica, dentre eles o Oscar 2001 de melhor roteiro original e o Golden Globe 2001 por melhor filme comédia/musical e melhor atriz secundária para Kate Hudson.

Algumas curiosidades do filme: é auto-biográfico, já que o diretor Crowe quando adolescente escreveu para a RS e acompanhou a turnê do Led Zeppelin; a Penny Lane do filme, interpretada por Kate Hudson, realmente existiu: foi uma das primeiras paixões do diretor; a banda fictícia do filme, Stillwater, é na verdade uma mistura das três bandas favoritas de Crowe: Led Zeppelin, The Allman Brothers Band e Lynyrd Skynyrd.

Um puta destaque pra cena do avião. Sem mais spoilers, só pra falar que essa cena é uma das melhores que eu já vi.

Se você gosta de filmes que retratam a década dos anos dourados e do maior avanço da música na história, que mostram o cenário do rock e todas as suas peculiaridades, trilhas sonoras dignas de se ter o CD e de um elenco extremamente talentoso, esse é o filme certo pra você. Certamente, foi pra mim.

Cinco estrelinhas (muito) bem dadas. Uma obrigação que todo o ser humano tem é assistir a esse filme, sério.

Resumindo em um gif:

Beijos,

@juliamiozzo